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24/06/2009 às 14:04
  | COMENTÁRIOS (15)

Wagner Moura será sócio do Tropa de Elite 2

A TARDE On Line

O ator baiano Wagner Moura soube aproveitar o sucesso do filme Tropa de Elite. Para continuação da história, que deve se chamar apenas Tropa de Elite 2 e será lançada em 2010, Moura entrará como sócio da produção. Isso lhe dará o benefício da participação nos resultados da bilheteria.

No roteiro, o Capitão Nascimento estará mais velho e no cargo de secretário de Segurança Pública do Rio de Janeiro. Tudo indica que os produtores devem lançar o filme sem pré-estreias para evitar a influência de críticas na percepção do público. Vale lembrar que o primeiro Tropa de Elite acabou vazando no comércio informal e foi vítima de um grande esquema de pirataria, o que pode ter tirado boa parte do público dos cinemas. As informações foram públicadas pela coluna Mônica Bergamo.

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Gustavo (26/06/2009 - 00:21)

Prefiro aguardar sem criar maiores expectativas. O primeiro filme partiu do contexto da realidade seguindo um roteiro fiel do que é a polícia no Estado do Rio de Janeiro. Asseguro isso porque, pude ver e ouvir dos próprios policiais um pouco do que é a vida que eles tem por lá. Sucesso ao Wagner nessa empreitada.

Cap. Pm Nascimento (25/06/2009 - 20:38)

Osso duro de roer!

Vanessa Assis (25/06/2009 - 11:45)

Que ótimo!!! Wagner merece, sou muito fã do trabalho dele. Tenho certeza que vai realizar um ótimo trabalho novamente. E vamos pedir aos FANFARRÕES de plantão que adoram uma pirataria, que por favor compareçam a bilheteria do cinema para assistir ao filme e mostrar o RECORD de bilheteria que pode existir!! Que venha o TROPA DE ELITE 2 !!!!!!!!!

Otto Kronenbier (25/06/2009 - 10:55)

Tomara que seja tão bom quanto o primeiro!

Augusto Vieira (25/06/2009 - 10:10)

E certamente que será um fracasso pois o povão quer ver sangue e pancadaria

Otávio Rodrigues (25/06/2009 - 09:52)

O esquema de pirataria, acho eu, pode ter tirado público para esse filme, mas deve ter valorizado outras produções nacionais com a compra, mesmo pirata, do Tropa de Elite. É como funciona essa nossa cultura da pechincha, da amostra grátis, do jeitinho. Vamos aqui torcer por uma boa sequência.

Ricardo Chagas - Web Designer (25/06/2009 - 09:24)

Interessante. Parabéns a Wagner pelo sucesso! Não sei se retratar a realidade violenta deste País acrescenta muito. Gostei do primeiro filme e aguardo ansiosamente pelo próximo, mas ao contrário do que se pensa, a falta de educação, principalmente das classes menos favorecidas, acaba despertando o interesse pela violência, "poder armamentístico" e pela "face da morte". Temos muito a crescer no cinema e já demos grandes passos. Espero que a qualidade continue fazendo parte dos longas.

Leonardo Costa (25/06/2009 - 08:39)

O brasil realmente esta crescendo no mercado cinematografico, espero que continue assim. Com filmes bons e de qualidade, não é fazer um filme que nem caseta e planeta . Mais fico feliz pelos novos filmes que estou surjindo.

F. Pessoa (25/06/2009 - 06:56)

"mostra ao jovem de classe média o quanto ele financia o crime, comprando drogas, principalmente cocaína, e ao jovem de classe baixa quanto ele é descartável neste processo." Dentro desse trecho do comentário do Prof. revela-se 50% dos problemas de violência no país, os outros 50% fica por conta da falta de educação e grana desviada para conta de políticos. Prof. Wilton PARABÉNS!!!

Cleriston Oliveira (25/06/2009 - 02:02)

BoooooA!!!! "Seu" 06

João Bosco. (24/06/2009 - 22:03)

Finalmente desponta um excelente e multifacetado baiano, sério e competente, nos cenários artístico e empresarial. Com certeza o Wagner Moura seguirá, melhorando, naturalmente, os passos do Gênio Glauber Rocha. Louvações e pllausos para Wagner e b ara a B ahia.

Lúcia (24/06/2009 - 22:00)

Caro colega prof. Wilton. A minha dúvida é se de fato esses filmes provocam alguma reflexão nos jovens que possam fazer com que mudem de atitude ou se ele apenas constata. Assisti ao filme e achei extremamente violento, embora saibamos que o cotidiano dos jovens da periferia seja assim mesmo. Lembro-me de Augusto Boal e o teatro do oprimido, com suas técnicas que permitiam essa reflexão. Teríamos um cinema do oprimido? Qual seria a técnica?

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