publicidade
Notícias
Multimídia
Blogs
Especiais
Classificados
Shopping
Ingressos
Eleições 2010
Principal
Últimas
Mundo
Brasil
Cidades
Cultura
Cinema
Esporte
Política
Economia
Tempo
Vestibular
Pós-Graduação
Áudios
Fotos
Infografias
Vídeos
Caderno 2+
Cidadão Repórter
Ciência e Vida
Concursos
O Ferrão
Mundo Afro
Política & Cidadania
Revista Muito
[ Outros blogs » ]
A TARDE Educação
Cidade Limpa
Educação a Distância
Futuro da Água
Salvador em Movimento
Trilha e Ecologia
Home
ClassiAutos
Imóveis e Cia.
Empregos
Tecnologia
Tudo +
Espaço Corretores de Imóveis
Anuncie
Início
Minha Conta
Cadastro
Compra Segura
Produtos em Promoção
BilheteViP
Vaquejada em Serrinha
Festa da Vaca Atolada
Festa do Boi Malandro
Clama Bahia
Brasil Mega Fest
Home
Notícias
Guia do Eleitor
Candidatos
Videos
Infografias
Fotos
Comunidade
|
contato
mapa do site
RSS
Twitter
|
Assine
Anuncie
ECONOMIA
todas as notícias de
ECONOMIA
30/07/2010 às 12:28
|
COMENTÁRIO (0)
Para CNI, mercado imobiliário continua aquecido
Agência Estado
Apesar do menor ritmo de crescimento na atividade da construção civil em junho, a expansão contínua do setor registrada desde dezembro pela sondagem realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o mercado imobiliário continua aquecido, enquanto o restante da indústria começa a botar o pé no freio. A avaliação foi feita hoje pelo gerente executivo de Pesquisa da entidade, Renato da Fonseca.
Segundo informou hoje a CNI, o ritmo de crescimento da construção civil diminuiu em junho. Em uma escala na qual valores acima de 50 pontos indicam crescimento, o indicador de junho ficou em 53,8 pontos, enquanto no mês anterior o índice havia chegado a 55,8 pontos. "As medidas governamentais de incentivo à produção industrial editadas durante o auge da crise já foram retiradas e a taxa de juros começou a subir. No entanto, como na área de construção civil as medidas são de mais longo prazo, ainda há estímulo para o setor que, além disso, também conta com sistema de financiamento próprio", avaliou Fonseca.
Para o economista, a reclamação por parte dos empresários da construção em relação à falta de mão de obra qualificada ainda não oferece riscos para a manutenção do crescimento do setor. "Sempre que a economia cresce, faltam recursos, e um dos primeiros que aparecem é a falta de trabalhador qualificado. A saída é investir em programas de capacitação ou dentro da própria empresa para tentar resolver o problema. Pode ser uma armadilha, mas por enquanto não está impedindo contratações no setor", afirmou o executivo.
Segundo o economista da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Luiz Fernando Mendes, a falta de trabalhadores qualificados representa um desafio ainda maior diante da recente industrialização do processo de construção no País. "Até pouco tempo atrás, a construção civil brasileira foi bastante artesanal, com uso intensivo de mão de obra. Com a evolução tecnológica, apesar do uso menos intenso, a necessidade de qualificação é maior", explicou.
AVALIAÇÃO:
0 voto
Imprimir
Enviar
Fale com a redação
COMENTE ESSA MATÉRIA
0 comentário
O que você achou desta matéria?
Seu Comentário:
nome:
sobrenome:
e-mail:
mensagem:
toques
Redesenhar Imagem
ÚLTIMAS
13:15 -
Metalúrgicos do ABC aprovam reajuste de 9% para autopeças
12:45 -
Alemanha eleva previsão do PIB para 3% este ano
09:27 -
Fundo de Cingapura pode comprar 16% do BTG Pactual
08:49 -
Anatel autoriaz a venda da Vivo para a Telefônica
08:45 -
Vivendi aposta em banda larga e em novos conteúdos
08:31 -
Indústria ajusta estoques e acelera no 3º trimestre
veja mais
5 + LIDAS
Economia baiana cresce 10,4% no 2º trimestre
- (1207 pessoas leram esta matéria)
IBGE: PIB do 2º trimestre cresce 1,2% ante 1º trimestre
- (501 pessoas leram esta matéria)
Mantega: apenas China cresce mais do que o Brasil
- (331 pessoas leram esta matéria)
Anatel autoriaz a venda da Vivo para a Telefônica
- (298 pessoas leram esta matéria)
Petrobras diz que paralisação não afetou operações
- (259 pessoas leram esta matéria)
Rua Prof. Milton Cayres de Brito nº 204 - Caminho das Árvores - Salvador/BA, CEP-41820570.
Tel.: 71 3340-8500 - Redação: 71 3340-8800
Copyright © 1997 - 2010 Grupo A TARDE Todos os direitos reservados.